Encontros serão realizados de forma híbrida e terão como pauta o acompanhamento das ações ambientais e do estudo sobre a erosão costeira em Atafona e no Açu
Reuniões voltadas a questões ambientais acontecem nesta quinta-feira, 24, em São João da Barra, no Auditório Municipal, com participação presencial e no formato híbrido, pelo link (aqui). Às 9h, o Conselho Municipal de Meio de Meio Ambiente e Sustentabilidade promove sua reunião ordinária. Na sequência, às 11h, a Câmara Técnica de Dinâmica Costeira, Erosão Marinha e Riscos Climáticos Associados, que integra o Conselho, terá como um dos principais pontos de pauta a apresentação do Plano de Trabalho do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental sobre a erosão costeira em Atafona e no Açu.
A reunião da Câmara Técnica, aberta à participação da população, visa ampliar o diálogo e garantir que a sociedade acompanhe as etapas do trabalho que está sendo desenvolvido para reunir informações técnicas, ambientais, econômicas e sociais que possam subsidiar a avaliação de alternativas para o enfrentamento da erosão costeira.
Durante o encontro, a equipe responsável pelo estudo apresentará a metodologia que será utilizada, as atividades de campo, os levantamentos previstos, as modelagens computacionais e o cronograma dos produtos que serão desenvolvidos ao longo do trabalho.
O estudo reúne 29 especialistas e prevê a realização de monitoramentos, levantamentos ambientais e sociais e simulações de diferentes cenários. A previsão é que as atividades sejam desenvolvidas ao longo de 18 meses, resultando em uma base técnica que contribua para a análise das alternativas de intervenção e para o planejamento das próximas ações relacionadas à erosão costeira no município.
A secretária municipal de Meio Ambiente, Marcela Toledo, destaca a importância da participação da sociedade no acompanhamento do processo.
“Queremos que a população acompanhe esse trabalho desde o início, conheça o que será estudado, entenda cada etapa e tenha espaço para participar. Atafona e Açu vivem realidades que preocupam suas comunidades, e construir soluções exige conhecimento técnico, transparência e diálogo permanente com quem vive nesses territórios. A Câmara Técnica foi criada justamente para ser também esse espaço de acompanhamento e participação”, afirma.
Fonte: Secom









