O caso da gestante, a engenheira Letycia Peixoto da Fonseca, de 31 anos, assassinada por volta das 20h58 da última quinta-feira, 02, no Parque Aurora, em Campos dos Goytacazes, e que teve forte comoção, contou com mais um preso. Desta vez, nesta terça-feira, 07, o empresário Diogo Viola de Nadai, seu companheiro, foi preso por ser suspeito de mandar matar Letycia e o próprio filho que morreu logo após nascer.
Diogo foi preso no bairro Jardim Carioca, em Guarus, e foi encaminhado para a 134ª Delegacia de Polícia. Um quarto homem, o proprietário da motocicleta usada no crime, suspeito de participação no crime foi preso no bairro de Ururai. Ontem segunda-feira (06), a delegada Natália Patrão informou durante coletiva que o dono da motocicleta disse que não conhecia os outros presos e que a moto dele estava na rua e ligava sem chave.
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“Prendemos todo mundo. O proprietário da moto, condutor da moto e atirador. O que ficou muito claro e todos eles agiram em conjunto.”, disse a delegada da 134ª, Natália Patrão.
– Cada um contribui um pouco para uma divisão de tarefas para o sucesso da empreitada criminosa. O motivo da execução tá claro não, a gente só vai desvendar no final das investigações. Não existe mais ninguém para ser preso – concluiu.
Uma nova coletiva para a imprensa está marcada para amanhã, quarta-feira, 07, onde serão apresentados mais detalhes do caso.
O menino, recém-nascido, tinha 30 semanas de gestação pesando 1.725kg, o que confirma a prematuridade. O parto foi realizado no Hospital Ferreira Machado, onde foi realizada uma cesariana de emergência, sendo transferido em estado crítico para a UTI Neo Natal da Beneficiência em anóxia severa, constatando o velamento do pulmão esquerdo, insuficiência respiratória, distúrbio de perfusão e bradicardia.










