Análise do laboratório de Ciências Ambientais da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) relacionada ao acentuado tom verde da água no litoral de São João da Barra confirma o surgimento de algas sem a presença de toxidade. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Serviços Públicos (Semasp) segue o monitoramento e afirma que na manhã desta sexta-feira, 9, houve redução do fenômeno.
Por prudência, a orientação às pessoas que apresentem maior sensibilidade de pele é evitar os locais com a presença das algas. Equipes da Limpeza Pública atuam na limpeza da faixa de areia em todo o litoral desde quinta-feira, 8, quando surgiu o fenômeno. Nesta sexta-feira o trabalho foi intensificado.

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O Segundo o Superintendente Regional do Instituto Estadual do Ambiente – INEA , Leonardo Barreto, disse que está tudo tranquilo e daqui a pouco a própria corrente, se encarrega de diluir essas microalgas.
– Olhei a amostra trazida aqui para o LCA e pelo que constatei não há razão para preocupação. O bloom é de uma Chlorococcaceae (algas verdes), e possivelmente de origem de água doce. Com a entrada de nutrientes carreados pelo rio (período de seca diminui o potencial de diluição de efluentes), o organismo encontrou condições para seu crescimento. Algas verdes não apresentam toxicidade. o bloom deve ser intermitente, e se de origem de água doce, passageiro -, concluiu.









