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A Secretaria Estadual de Saúde divulgou ontem, 06, mais um boletim sobre a situação da febre amarela no Rio de Janeiro.  De acordo com o levantamento, o estado já tem 120 casos da doença, com 54 mortes, apenas em 2018. Todos os casos registrados são do tipo silvestre, transmitidos por picadas de mosquitos presentes apenas em áreas de mata.

Os municípios com maior incidência da doença são, Angra dos Reis, com 29 casos e 13 mortes; e Valença, com 18 casos e 6 mortes, ambos ficam na região sul do estado;

Em seguida aparecem 5 municípios da Região Serrana: Teresópolis, com 14 casos e 7 mortes; Nova Friburgo, com 11 casos e 4 mortes; Duas Barras, com 10 caos e duas mortes; Sumidouro, com 7 casos e também duas mortes; além de Cantagalo, com 5 casos e 3 mortes.

Também foram registradas duas mortes por febre amarela em Rio das Flores, no sul do estado, onde já foram confirmados três casos da doença. Já Engenheiro Paulo de Frontin, no Sul fluminense, e Trajano de Moraes, na Região Serrana, têm dois casos fatais cada.

Além disso, Carmo, na Região Serrana; Vassouras, Miguel Pereira, Paty do Alferes e Mangaratiba, no sul fluminense; Maricá, na Região Metropolitana, e Silva Jardim, na baixada litorânea, têm dois casos com uma morte cada. Os municípios de Paraíba do Sul, Piraí e Rio Claro, no sul fluminense; além de Cachoeiras do Macacu, na Região Metropolitana, registram um caso com uma morte cada.

O município de Petrópolis, na Região Serrana, teve um caso confirmado de febre amarela, mas o paciente teve alta.

Já o número de macacos encontrados mortos no estado do Rio que tiveram diagnóstico confirmado para febre amarela permanece inalterado. São 11 casos no total, registrados na Ilha grande; em Barra Mansa, Valença, Miguel Pereira, Volta Redonda, Paraty e Engenheiro Paulo de Frontin, no sul do estado; em Niterói e Seropédica, na Região Metropolitana; Duas Barras, na Região Serrana, e Araruama, na Região dos Lagos.

Fonte: Agência do Brasil