Regina informou que para fazer o tratamento na Tailândia é preciso ter uma despesa no valor de R$ 150 mil (Cento e cinqüenta mil reais)

Foto: Elder Amaral
A Guarda Civil Municipal e ex-professora de Educação Física do Cenecista, Regina Clara Santos da Silva, de 53 anos, está precisando de doações para fazer um tratamento da doença Machado-Joseph (DMJ) na Tailândia que é capaz de retardar significativamente a progressão da doença e amenizar expressivamente os seus sintomas.
Regina informou que para fazer o tratamento na Tailândia é preciso ter uma despesa no valor de R$ 150 mil (Cento e cinqüenta mil reais). Por isso, para quem quiser doar qualquer quantia em dinheiro é só fazer o depósito na Agência da Caixa Econômica Federal, número 1730, conta corrente nº 00020008-5, CPF 901.401.327-68, em nome de Regina Clara Santos da Silva.
– Muito para pouco é muito, porém muito para muito é pouco. Quanto mais pessoas colaborarem, mesmo que com pouco, meu sonho simples de ir ao banheiro sozinha, ficar de pé, falar melhor e ter uma vida básica normal poderá deixar de ser apenas um sonho e se tornar realidade -, destacou.
Doença de Machado-Joseph, também conhecida por ataxia SCA3, é uma neuropatologia rara, de origem genética, que se manifesta por uma progressiva ataxia cerebelar traduzida em crescente perda do controle muscular e da coordenação motora nos membros superiores e inferiores, oftalmoplegia, perturbações da visão e dificuldades na fala e no engolir.
– Quanto tempo você levaria para levantar do sofá na sala e ir até a cozinha pegar um copo d’água se estivesse com bastante sede? E se você estivesse agora com muita vontade de ir ao banheiro, quão difícil seria chegar até ele?
Eu sei que parecem perguntas bobas e óbvias, eu sei que são coisas básicas e simples, mas para mim, conseguir fazê-las, hoje, seria um sonho se realizando -, acrescentou Regina que descobriu a doença há seis anos. Essa é uma paralisia genética progressiva que faz com que a pessoa portadora perca os movimentos dos músculos do corpo e a sensibilidade.
– Eu não consigo mais fazer nada sozinha, não consigo andar sem apoio do carrinho (mesmo com ele é muito difícil), tenho dificuldades em falar, não consigo ficar em pé sozinha e venho sofrendo cada vez mais limitações na minha vida. Atualmente existe uma esperança para mim, um tratamento realizado na Tailândia que é capaz de retardar significativamente a progressão da doença e amenizar expressivamente os seus sintomas. Porém, o tratamento é bastante caro e eu não tenho condições alguma de pagar. Minha única esperança agora é contar com a colaboração, solidariedade e empatia das pessoas -, destacou.
Regina foi professora de Educação Física por cinco anos no Colégio Cenecista São João Batista e anos depois foi aprovada em um concurso da Guarda Civil Municipal de Campos dos Goytacazes.
– Muito para poucos é muito, porém muito para muitos é pouco. Quanto mais pessoas colaborarem, mesmo que com pouco, meu sonho simples de ir ao banheiro sozinha, ficar de pé, falar melhor e ter uma vida básica normal poderá deixar de ser apenas um sonho e se tornar realidade -, concluiu.







