Foto: Divulgação

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Agentes de combate a endemias participaram na quinta-feira, 31, de curso de capacitação sobre transmissão e profilaxia da raiva. Esta primeira etapa visa a preparação para a Campanha de Vacinação Antirrábica, que acontecerá em 17 postos fixos, no sábado, dia 07 de outubro. Antes, porém, de 18 a 29 de setembro, das 8h às 14h, postos volantes estarão atuando em zonas rurais.

O encontro foi promovido pelo Núcleo de Controle de Zoonoses e Vigilância Ambiental, vinculado à secretaria municipal de Saúde, e reuniu cerca de 100 pessoas. Segundo o diretor do Núcleo, Marcos Moreira Machado, um trabalho de divulgação será realizado em todo o município procurando dar visibilidade à campanha de vacinação de cães e gatos.

A médica veterinária e doutora em Ciência Animal da Universidade Federal Fluminense (Uenf), Indiara dos Santos Sales, ministrou palestra com o tema: História e transmissão da raiva humana. A especialista afirmou que há grande necessidade de se preocupar com a raiva no Brasil, sendo necessário realizar campanhas de vacinação porque o vírus continua circulando entre os reservatórios.

“Esses reservatórios são os animais silvestres, e morcegos. Este último é o principal transmissor da raiva, então é preciso não negligenciar as campanhas, já que o risco de transmissão sempre vai ocorrer”, frisou. Após a palestra um feedback com os participantes esclareceu dúvidas pertinentes ao tema.

O agente de endemias, Marco Antônio Ozotório, afirmou ser imprescindível a atualização dos servidores na área. “A teoria é fundamental para nosso preparo profissional, e essa troca de saberes só acrescenta e nos conscientiza da necessidade de informar a população como estar livre dos riscos de doenças”, pontuou.

O enfermeiro e primeiro tenente bombeiro militar, Jeferson Medeiros Pereira, discursou sobre a profilaxia e primeiros socorros em acidentes com animais. Segundo ele: “É preciso que as pequenas lesões associadas aos eventos com cães e gatos sejam tratadas com o mesmo cuidado e a mesma diligência com que são tratadas as lesões mais intensas. Os agentes como profissionais de saúde precisam ser criteriosos, até para multiplicar esse conhecimento”, comentou.

Fonte: Secom-SJB