Foto: Leitor Parahybano

Mais de mil trabalhadores das empresas Andrade Gutierrez e a Acciona, que prestam serviços ao Complexo Portuário do Açu, participaram de uma assembleia na manhã de ontem, quinta-feira, 12, com objetivo de melhorias no pagamento. Segundo informações exclusivas, um prazo de 72 horas foi extipulado para que as empresas possam resolver os problemas pendentes. Caso contrário, uma greve está marcada para a próxima quarta-feira, 18.

O Consórcio Térmica do Açu informou que foi realizada uma assembleia de trabalhadores, já prevista e marcada antecipadamente, para discutir a convenção coletiva. A mesma foi encerrada e os trabalhadores voltaram aos seus postos de trabalho.

Ainda segundo a assessoria, a assembleia durou entre 20 e 30 minutos.

A equipe de reportagem do Parahybano tentou buscar mais informações sobre as cobranças dos trabalhadores como melhorias no salário e folga em campo, mas a assessoria disse que as informações que estão sendo passada são somente as que estão na nota.

Outras manifestações 

No último dia 07 de novembro de 2019, demissões em massa, falta de pagamento dos direitos trabalhistas e planos de saúde foram motivos para mais um manifesto que aconteceu por volta das 6h,  na rotatória de Caruara, cruzamento da rodovia SB 24 com SB 32, em São João da Barra. O ato contou com mais de mil trabalhadores das empresas Acciona e Andrade Gutierrez e terminou às 10h.

As empresas, a Andrade Gutierrez e a Acciona, informaram que os integrantes de um sindicato que não representa a categoria impediram, novamente, que seus funcionários chegassem ao local de trabalho, interceptando os ônibus que realizam o transporte dos funcionários”.

Ainda no comunicado, as empresas ressaltaram que “já estão tomando as medidas necessárias para reverter a situação, para que seus funcionários possam se dirigir ao local de trabalho sem transtornos e para que as atividades nas obras sejam retomadas o quanto antes. Andrade Gutierrez e Acciona ressaltam ainda que seguem rigorosamente a legislação trabalhista (CLT) e a CCT – Convenção Coletiva de Trabalho, firmada junto ao sindicato da categoria que legalmente representa os trabalhadores na região. As empresas reforçam seus compromissos com os funcionários e comunidades”.

A assessoria informou, ainda, que não houve bloqueio de portões do Porto do Açu e que as contratações os desligamentos seguem de acordo com o ritmo da obra.

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Foto: Leitor Parahybano