Foto: Divulgação

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Completamos seis meses do inicio do ano de 2017 e muitas coisas aconteceram no decorrer desse primeiro semestre. Atitudes que foram resolutivas, outras fracassadas, outras em desenvolvimento e outras aguardando chegar a sua hora para acontecer.

Estamos no auge de uma crise política, que conseqüentemente gerou a crise financeira, essa que já era anunciada desde 2014. Porém, a incoerência e imprudência de certas pessoas e grupos políticos originaram muitas das coisas que estamos passando nos dias de hoje.

Muitos problemas são ocasionados por nós humanos que nunca estamos satisfeitos com nada, daí a cidade, o País, o Estado nunca irão sorrir de verdade, porque o sorriso meu é a tristeza do outro, “só sabe o calor do fogo a colher que mexe a panela”.

As pessoas se entristecem quando um chefe de família consegue um emprego, seja ele qual for para ter o sustento de suas famílias porque nunca querem perder o seu espaço ou o seu sustento, ou simplesmente a sua “boquinha”. “Se eu cair todos cairão também”.

A vida é feita de colheitas, mas colhemos sempre o que plantamos, nunca colheremos tomate no pé de abacate. Quem se propôs ser infiel ao passado, pode ser que no futuro a mesma cena se repita.

Por tudo isso que vivo a pensar, será que a mudança verdadeira que precisamos para sorrir não seja o nosso interior? O nosso pensar? E o nosso agir? Na vida precisamos buscar alternativas para driblar o momento ruim que estamos vivendo e isso não acontece do dia pra noite. Sempre ouvimos que o choro dura uma noite, mas a alegria vem ao amanhecer, porém, essa noite pode durar um dia, um mês, um ano, quatro anos, enfim é a promessa de um dia a alegria chegar.

Raphaella Vianna de Andrade
Jornalista